A descoberta de um mito – Ferrari 365 GTB/4 Daytona em alumínio é encontrada

Quando falamos em superesportivos uma marca é unanime em despertar paixões, a grande scuderia italiana, Ferrari.

Aqui na Paíto Motors somos fãs declarados da marca, buscando sempre contar com os melhores modelos para nossos clientes.

Além dos lançamentos de tirar o folego, que aparentam uma busca inesgotável pela perfeição, a Ferrari possui uma rica história. (saiba mais sobre a história da Ferrari)

E um novo capítulo foi adicionado a essa história, em junho desse ano: o aparecimento de um exemplar perdido há quase 40 anos.

 

A história da Ferrari 365 GTB/4 Daytona

A Ferrari nasceu com o DNA da velocidade. No início, suas atividades eram totalmente voltadas às corridas automotivas. Até hoje, a scuderia italiana é conhecida mundialmente pela sua participação nas corridas de F1, categoria mais popular do automobilismo.


O lado esportivo da empresa sempre foi bem sucedido e conquistou resultados importantes ao longo da história. Entre eles, importantes vitórias na tradicional corrida de 24 horas de Daytona, realizada em Daytona Beach, Flórida, EUA. A conquista de 1967 foi especialmente marcante para os italianos, que tiverem uma amplo domínio durante a prova.

Para celebrar no Salão do Automóvel de Paris, em 1968, a marca apresentou ao mundo a Ferrari 365 GTB4. Substituta da 275 GTB4, logo recebeu o apelido de Daytona, em alusão ao domínio no circuito.

Uma forma inclusive, de tripudiar sobre o Ford GT40, que dominou a corrida de Lemans  de 1966 a 1969. Era a revanche italiana!

Conhecida por ser a última Ferrari com motor V12,  e design de Pininfarina, é um de seus modelos mais clássicos. O motor ganhava um bloco maior em comparação ao modelo anterior e com 4,4 litroscarburadores, alcançava os 352 Cv. Outro destaque do modelo é a faixa de plástico de Plexiglass que cobria a dianteira e fornece um visual único.

Ao todo foram produzidas cerca de 1.284 unidades do modelo cupê e 122 conversíveis, voltadas para as ruas, com a carroceria de aço.

O modelo voltado as corridas, contudo, tinha algumas modificações, entre elas a carroceria de alumínio. O material garantia mais leveza e maior velocidade a 365 GTB4, que venceu às 24 horas de Lemans de 1972 a 1974. Curiosamente, o modelo nunca ganhou a prova pela qual recebeu o apelido. A vitória de 1967, foi conquistada pela 330 P4.

Em 1974 a Daytona, primeiro modelo a vender mais de 1.000 unidades, foi substituída pela 365 GTB4 Berlinetta. Um mito, em volta do modelo, porém, permaneceria.

Available Now – 1971 Ferrari 365 GTB/4 'Daytona' Group IV Conversion from Girardo & Co. on Vimeo.

 

Ferrari 365 GTB4 Daytona em alumínio: o mito que se provou verdade

Embalada pelo sucesso de vendas da versão tradicional da Daytona, a marca italiana produziu, a época, cinco unidades com carroceria de alumínio para rodar nas ruas. Destas, apenas uma foi comercializada e estava desaparecida há quase quatro décadas. Assim, muitos especialistas acreditavam que esse modelo não passava de um mito… Até junho de 2017.

A descoberta aconteceu em uma garagem no Japão e confirmada após uma avaliação da RM sotebys. O que se sabe até o momento é que o modelo teve apenas 3 donos e desembarcou no Japão em 1971.

Em 1980, o último dono, Makoto Takai, a comprou e a guardou, permanecendo “escondida” desde então. Embora a 365 GTB4 Daytona de alumínio encontrada seja a única no mundo seu valor estimado para leilão não é dos mais altos. Deteriorada pelo tempo e necessitando de reformas, os responsáveis pelo leilão estimam lances entre R$ 5 e R$ 6 milhões.

Que o futuro dono possa recuperar o veículo e colocá-lo em uso, como todo superesportivo merece!

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Veja mais no site Oficial da Ferrari: http://auto.ferrari.com/en_EN/sports-cars-models/past-models/365-gtb4/

[Fotos: Reprodução RM Sotheby’s]

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